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Em Sucupira não existem vacinas. Bebedourenses deixados a própria sorte

Enquanto a variante Delta progride dentro de País e do Estado de São Paulo e o Instituto Butantan emite comunicado que foram identificadas 36 variantes do Coronavírus circulando em nosso estado, aqui em Sucupira, a preocupação é outra.

O prefeito, o “aquele que não se deve nominar”, chamado pelos seus devotos de “eterno prefeito” e a secretária de saúde é apenas aparecer bem nas fotos, nos vídeos e na página do Facebook da Casa Branca.

Após matéria publicada no O Jornal, na semana passada, a Prefeitura se limitou a dizer que as vacinas para os jovens de 18 a 23 anos ainda não chegaram e que mutirões de vacinação já estão sendo providenciados.

Com todo respeito as autoridades de plantão, não menosprezem a nossa inteligência, muito menos as nossas ações, afinal, vocês não estão lidando com meros amadores. A verdade virá, só esperar. E quando ela chegar, o barulho será intenso.

Mas a verdade que temos e vemos agora, é que meu filho, seu filho, enfim, nossos filhos bebedourenses estão sendo expostos, desnecessariamente, a contaminação pelo COVID-19, por pura incapacidade ou, até mesmo, desídia dos governantes. Será que se fosse os filhos deles sem receber a vacina, e expostos a uma variante agressiva, estariam tranquilos e felizes como estão?

Penso que não.

Afinal, os filhos deles são crianças e, segundo estudos, com baixa probabilidade de contaminação, talvez por isso, tudo esteja “rosa chiclete” no mundinho do País das Maravilhas, onde Alice atravessou a ponte para Nárnia e encontrou do outro lado, bem atrás da fonte luminosa, o tão sonhado pote de ouro que o duende escondeu no final do arco-íris. Veremos até quando essa tranquilidade reinará, afinal, tudo tem um fim.




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