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Ex-prefeito Galvão está encurralado pelo Tribunal Regional Federal

  • Foto do escritor: O Jornal
    O Jornal
  • 12 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

O caso das licitações irregulares da COAF não acaba nunca e tira o sono de Fernando Galvão, mesmo escondido em São Paulo. Diz o relatório do Tribunal Regional Federal 3ª Região:

"...associaram-se para o fim específico de cometer crimes contra a Administração Pública, e de lavagem de dinheiro, através de dispensas indevidas de licitação, na modalidade chamada pública promovidas em 2013 e 2014, pelo atual prefeito de Bebedouro, Fernando Galvão Moura, para a aquisição de produtos alimentícios destinados à merenda escolar de escolas públicas da municipalidade, utilizando-se de verbas federais oriundas do Programa Nacional de Alimentação Escolar ( PNAE ), dentro da cota de 30% destinada ao fomento da agricultura familiar...." .

E continua: " Como consta da denúncia, as verbas públicas não foram destinadas à aquisição de produtos alimentícios da agricultura familiar, mas dirigidas, na sua maior parte, ao enriquecimento ilícito do denunciado".

Termos como prática de crimes, adquirido dolosamente e culpa grave completam a paisagem devastada pela justiça. O ex-prefeito Galvão causou um prejuízo ao erário público de R $2.345.373,25 (dois milhões, trezentos e quarenta e cinco mil, trezentos e setenta e três reais e vinte e cinco centavos), valor corrigido até 2020.

Para entender o tamanho do dano é só acompanhar os bens bloqueados pela justiça como garantia do pagamento futuro: 02 terrenos no Parque Eldorado, imóvel na Rua São João, terreno na Avenida Oswaldo Perrone e prédio residencial no Jardim N.Sra Aparecida. Fora isso, o ex-prefeito Fernando Galvão Moura, que será candidato a deputado estadual (se a justiça e a Câmara de Vereadores deixarem) tem contas rejeitadas e uma CPI da Saúde envolvendo muitas suspeitas quanto a administração da UPA pela OS Mahatma Ghandi de Catanduva em seus 8 anos de governo municipal.

Por último, deve responder de maneira clara, para que não fique em aberto nenhuma dúvida, a uma passagem pesada do relatório: "Descreve a denúncia que Fernando Galvão Moura aceitou promessas de vantagens indevidas, consistentes no recebimento de valores em espécie, para praticar atos de ofício em favor das sucessivas contratações da COAF para aquisição de merenda escolar".

Só falta Galvão falar que o pessoal do Tribunal Regional Federal é da turma do mal!



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