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É preciso discutir a modernização da máquina pública

  • Foto do escritor: O Jornal
    O Jornal
  • 6 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

Todos criticam a morosidade e a qualidade dos serviços públicos prestados. Todos culpam as Prefeituras por qualquer problema, em qualquer área, desde o buraco, a falta de vagas na creche, o lixo nos terrenos baldios e o abandono das praças.

Culpam também as Câmaras Municipais pela falta de fiscalização do poder executivo ou pela aprovação de orçamentos municipais sem qualquer conexão com a realidade.

Todos sabem exatamente quais são os problemas e sabem, também, que sai prefeito e entra prefeito, tudo fica igual como antes.

O que todos não querem admitir é que, não dá mais para reproduzir um modelo falido que tem 94% das receitas correntes como despesas obrigatórias. O resultado final é sempre uma prefeitura deficitária e endividada.

Precisamos estabelecer novos parâmetros, romper paradigmas e ousar mudar radicalmente a gestão praticada sem resultados satisfatórios. O básico tem que ser feito: equipes menores e mais eficientes, novas estratégias para oxigenar o velho jeito de fazer as coisas, romper com as vacas sagradas e abrir todo o espaço possível para a iniciativa privada.

Em Bebedouro temos um modelo cubano onde tudo pertence a prefeitura e boa parte dos formadores de opinião defendem esse modelo. É irônico que a maior parte desses formadores de opinião são anti-PT e combatem as ideias da esquerda.

Ou somos liberais ou não somos!

Não dá para fazer política de conveniência sempre!

É preciso discutir o futuro do IMESB, do SAAEB, da coleta de lixo, das creches e da merenda escolar/cozinha piloto. Estreitar todos os laços com a iniciativa privada não é modismo e muito menos entreguismo ou dilapidação do patrimônio público. É modelo de gestão do mundo moderno.

Não vamos a lugar nenhum com organogramas e empresas pensadas nos anos oitenta do século passado. O momento é de verificar se nossos poderes executivo e legislativo estão à altura dos desafios impostos ou se ficaremos reféns do corporativismo e do coronelismo, os dois maiores emblemas do passado na administração pública. Lógico que é preciso criar uma boa Secretaria de Gestão.

A bola e o apito estão com o prefeito, mas que jogo vamos jogar?



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